domingo, 26 de maio de 2013

A realidade que temos e a realidade que queremos

A comunicação é fundamental para estabelecer a ponte entre o hoje e o amanhã. Dentro de um planejamento estratégico é fundamental termos claramente o desenho de dois cenários: a realidade atual e aquela que pretendemos alcançar. Afinal, só podemos iniciar uma viagem quando sabemos de onde partimos e aonde queremos chegar.
Ter uma análise clara sob todos os aspectos que envolvem o nosso momento atual, além de ser esclarecedora para conhecermos os pontos fortes e fracos de nossa existência ou projeto, é também um momento de reflexão para identificarmos o potencial para alcançar o almejado objetivo. Ninguém vai chegar à lua tendo em mãos apenas um trampolim. A realidade determina o nosso ponto de partida, mas não diz aonde iremos chegar. É aí que entra a realidade desejada.
Tudo aquilo que desejamos está no campo do “pode ser realizado”, desde que tenhamos os elementos necessários para
fazer acontecer: conhecimento, foco, determinação, técnicas e recursos.
Conhecer a natureza daquilo que almejamos é imprescindível para realizar qualquer tarefa. É preciso conhecer detalhadamente o trajeto de uma viagem antes de iniciá-la. Saber o percurso que deverá ser cumprido, o meio utilizado para o deslocamento, os materiais e recursos necessários para a viagem, é a maneira mais sensata de tornar o trajeto mais fácil e viável.
O foco funciona como uma bússola orientadora. Se acontecer qualquer coisa no meio da viagem, como cair uma ponte, por exemplo, é possível fazer um desvio sem nunca perder o destino.
A determinação funciona como o combustível para fazer com que tudo aconteça; é o fator motivacional para impulsionar pessoas e equipes em direção ao objetivo planejado.
As técnicas são essenciais para saber o que fazer em cada parte do trajeto. Em determinados momentos é preciso tomar atitudes rápidas e certeiras, e só quem detém as técnicas pode realizar tais tarefas.
Os recursos são os alimentos necessários para fazer a jornada. Uma equipe para realizar determinadas tarefas precisa, muitas vezes, de apoio tecnológico, ferramentas, utensílios que facilitem suas ações.
Tudo isso deve ser costurado por uma estratégia bem definida, entendida e harmonizada por todos, somente assim, poderá ser cumprida na integra, com determinação e devoção. Feito isso, o objetivo estará mais próximo do que se pode imaginar.



quarta-feira, 1 de maio de 2013

Comunicação para agregar equipes



Existe uma grande diferença entre trabalhar “em equipe”, “na equipe”e “pela equipe”. Não é apenas uma questão de semântica, é de tratamento e atuação perante a realidade de grupo.
Analisemos parte por parte. Quem trabalha “em equipe” está integrado ao grupo, faz parte de um contexto maior, busca resultados, ganha e perde em conjunto. Aquele que trabalha “na equipe” pode ser apenas um figurante, um ser individual, os resultados coletivos não têm prioridade, tanto faz como tanto fez. Quem trabalha pela equipe se doa mais do que recebe, o que, muitas vezes, também não é justo; o emocional fala mais alto do que o racional – o que nem sempre é bom.
Dentre esses cenários, o líder precisa saber interpretar e agir para tornar a equipe mais coesa, pró-ativa e comprometida em seguir o planejamento estratégico, perseguir metas e objetivos de comum acordo.
Costumo dizer que num grupo, o mais importante não são as diferenças, mas as igualdades; é daí que nasce a força motriz para enfrentar desafios, lutar contra as adversidades e alcançar o pódio. Não há bons resultados quando o grupo se divide e caminha em direções opostas. Pode até não ser uma união totalitária, mas é preciso trilhar os mesmos caminhos para se chegar ao mesmo lugar. 
A função do líder é justamente convergir os esforços para acentuar as igualdades em torno do dia a dia do grupo. Diante da necessidade, a comunicação é a ciência em voga, e detém as ferramentas para fazer com que a coisa aconteça.
É importante observar, existem vários preceitos antes de começar a viagem rumo ao objetivo proposto. Um dos quais, é a preparação e motivação da equipe, trabalhando a comunicação intrapessoal e interpessoal do indivíduo e do grupo para sanar dúvidas internas e externas quanto ao desafio comum.
A próxima tarefa é preparar o grupo para estudar todos os passos que serão dados no trajeto da viagem. A comunicação é o suporte para assimilar as ações e criar um clima favorável às realizações. Não existe grupo integrado sem uma comunicação contundente e efetiva para sanar dúvidas, evitar dissabores, mal entendidos e boatos.
Num projeto, temos sempre duas alternativas contraditórias: fazer certo ou errado. Portanto, seguir a cartilha da boa comunicação de grupo, é fundamental e assertivo. Comunicação bem aplicada não é custo, é investimento. E o retorno é líquido e certo.
 

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