segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Falar consigo mesmo

Parece loucura, mas não é! Falar consigo mesmo é talvez a melhor forma de estruturar a linha de pensamento e atuar diretamente no comportamento. Pensar antes de agir, já dizia a vovó.
A comunicação intrapessoal – de você com você mesmo – é a chave mestra do comportamento humano. Se conseguir atingir o ápice do controle sobre essa simples lógica, será possível antever, reverter e anular comportamentos que lhe tragam prejuízos de diversas ordens.
As nossas ações são geradas a partir do pensamento, que gera uma emoção, que gera um comportamento e resulta em ações. Se a partir dessa estrutura, conseguirmos estabelecer padrões de gerenciamento interno, então, estaremos no controle da máquina mais poderosa do mundo: o próprio ser.
 Tudo parece simples, mas não existe simplicidade onde não há determinação, dedicação, prática diária e aferição de resultados. Planejando, atuando, acompanhando e avaliando é possível estabelecer o crescimento pessoal.
Grupos de trabalhos são mais produtivos quando seus integrantes são mais estruturados no plano comportamental. Quando cada integrante conhece a si mesmo melhor, passa também a conhecer seus semelhantes, e isso gera uma sinergia entre o grupo. Os resultados crescem e aparecem.
Se essa simples equação de comunicação pudesse ser empregada na base escolar, teríamos, certamente, pessoas e profissionais mais bem preparados não apenas para lidar com as nuances profissionais, mas também com a vida em si. Teríamos mais complacência, menos violência, mais altruísmo, menos individualismo. Pessoas bem preparadas do ponto de vista comportamental são mais suscetíveis a resolver problemas ao invés de criá-los.
Mas se isso ainda não for possível de ser aplicado no plano escolar, então, por que não aplicar na educação empresarial? Uma organização com um time mais bem preparado no plano comportamental terá grandes vantagens em relação à concorrência e também poderá vislumbrar novos produtos, serviços e mercados.
Então, será que não vale a pena investir?


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