Olhar o todo é uma dádiva, ver o que ninguém vê é divino. O segredo dos grandes negócios e da vida como um todo está na maneira como apreciamos os detalhes e aprendemos a lidar com as nuances e diferenças de cada setor.
A comunicação é algo inspirador do ponto de vista que mantém acesa a proposta de aproximar pessoas, promover o entendimento, disseminar conhecimentos e aumentar o desenvolvimento do ser humano em todas as esferas. Dentro da organização empresarial não é diferente. Um grupo de colaboradores só vestirá a camisa com afinco quando estiver cem por cento comprometido com os objetivos da empresa. A base para isso é o entendimento acerca daquilo que é importante para o grupo, do ponto de vista profissional e pessoal. É preciso estar claro que os objetivos empresariais são comuns aos de vida dos grupos funcionais, e que um depende do outro para alcançar suas metas.
O planejamento de comunicação é ferramenta essencial para fazer a ponte entre os grupos funcionais e o planejamento estratégico da organização. Perceber o quanto é importante seguir a cartilha desenhada pelos executivos da empresa é fundamental para o sucesso. É um plano de vôo que não pode ser aplicado com dúvidas, diferenças ou tendências pessoais ao boicote, caso contrário, toda a tripulação sofrerá danos irreversíveis.
A prática da boa comunicação busca o entendimento e a motivação para atitudes pró-ativas dentro da empresa, cujo propósito maior é o ganho para todas as partes, afinal, somente assim a roda do crescimento continuará girando em favor de todos os envolvidos. Os profissionais de comunicação têm uma responsabilidade maior na adequação das ferramentas necessárias à boa prática dos relacionamentos dentro e fora das empresas. É preciso radiografar constantemente todos os setores, entender os anseios e dificuldades de cada departamento, perceber o que motiva cada grupo e ser ousado em propor soluções inovadoras e políticas de comunicação que intensifiquem o diálogo entre todos os grupos.
Neste novo ano que se inicia, temos a responsabilidade de fazer tudo melhor. Mesmo para aqueles que acreditam terem feito o máximo, é importante polir as lentes e olhar o que está ao redor, olhar os detalhes, pois é ali que estará o segredo de que tudo pode ser melhor.
Publicamos artigos de comunicação com o objetivo de estimular a discussão e promover a troca de ideias.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
As palavras é que ficam...
No último Komunik do ano, vamos fazer reverência às palavras. São elas que personificam os sentidos e sentimentos mais agudos do ser humano. São elas que dão forma e contexto a uma vastidão de idéias e desejos. São elas que verdadeiramente expressam aquilo que muitas vezes nem sabemos que sentimos.
A comunicação é uma ciência e uma arte muitas vezes graças à palavra. É possível com apenas uma pequena terminologia dar sentido amplo a uma gama de emoções. Com um conjunto de palavras é possível compartilhar sonhos e realidades – I have a dream, disse Martin Luther King, em 18 de agosto de 1963; e quantos sonharam e ainda sonham através dessa conjunção fonética tão bem construída.
O poder das palavras tem o dom conciliador, transformador, pacificador para quem faz bom uso de cada toada, seja dita, escrita ou propagada. A comunicação entre pessoas é bem exercida quando essa conjunção de letrinhas soa no mesmo tom para o emissor e para o receptor.
Um líder, um companheiro, um amigo que dê valor ao uso das palavras terá maior significado ao seu semelhante. Neste final de ano, não deixe de fazer uso dessa “peça mágica”. Diga, repita e frise as coisas boas que tem a dizer; sentimento represado não conduz a nada e tampouco revela o que há de bom dentro de você. No final, palavras são palavras muito mais do que palavras, é o que fica...
A comunicação é uma ciência e uma arte muitas vezes graças à palavra. É possível com apenas uma pequena terminologia dar sentido amplo a uma gama de emoções. Com um conjunto de palavras é possível compartilhar sonhos e realidades – I have a dream, disse Martin Luther King, em 18 de agosto de 1963; e quantos sonharam e ainda sonham através dessa conjunção fonética tão bem construída.
O poder das palavras tem o dom conciliador, transformador, pacificador para quem faz bom uso de cada toada, seja dita, escrita ou propagada. A comunicação entre pessoas é bem exercida quando essa conjunção de letrinhas soa no mesmo tom para o emissor e para o receptor.
Um líder, um companheiro, um amigo que dê valor ao uso das palavras terá maior significado ao seu semelhante. Neste final de ano, não deixe de fazer uso dessa “peça mágica”. Diga, repita e frise as coisas boas que tem a dizer; sentimento represado não conduz a nada e tampouco revela o que há de bom dentro de você. No final, palavras são palavras muito mais do que palavras, é o que fica...
Integração se faz com informação
Grupos de trabalhos desenvolvem suas atividades na plenitude quando estão imbuídos de propósitos comuns e objetivos claros. Para se alcançar o patamar de integração desejada pelas equipes é preciso um sério comprometimento com as bases de comunicação da empresa.
Promover a divulgação de informações de maneira contundente e precisa é o caminho para se obter grupos mais coesos, bem estruturados, preparados e motivados para enfrentar os desafios.
As organizações sempre buscam melhorar a performance de suas equipes trabalhando conceitos fins de capacitação profissional, sem perceber a necessidade de manter uma base de fácil acesso aos conhecimentos, à troca de informações, maior transparência, percepção sobre o papel de cada um dentro do contexto empresarial.
A formulação de estratégias de comunicação dentro das empresas é tida cada vez mais como prioridade em virtude dos efeitos gerados na imagem institucional, na qualidade de produtos e serviços, na construção de marcas, na relação com os públicos, na inovação.
É preciso reinventar as políticas de relacionamento com base nas análises de cada grupo, cada cultura, sem deixar de lado as inovações que se apresentam todos os dias num mundo cada vez mais tecnológico, mas sempre pautado pelas necessidades cada vez mais humanas.
Promover a divulgação de informações de maneira contundente e precisa é o caminho para se obter grupos mais coesos, bem estruturados, preparados e motivados para enfrentar os desafios.
As organizações sempre buscam melhorar a performance de suas equipes trabalhando conceitos fins de capacitação profissional, sem perceber a necessidade de manter uma base de fácil acesso aos conhecimentos, à troca de informações, maior transparência, percepção sobre o papel de cada um dentro do contexto empresarial.
A formulação de estratégias de comunicação dentro das empresas é tida cada vez mais como prioridade em virtude dos efeitos gerados na imagem institucional, na qualidade de produtos e serviços, na construção de marcas, na relação com os públicos, na inovação.
É preciso reinventar as políticas de relacionamento com base nas análises de cada grupo, cada cultura, sem deixar de lado as inovações que se apresentam todos os dias num mundo cada vez mais tecnológico, mas sempre pautado pelas necessidades cada vez mais humanas.
Perspectivas de Marketing para 2009
A AMCHAM Brasil promoveu dia 7 de novembro, o III Marketing Round Up – Perspectivas 2009, falando sobre os indicadores e análises de pesquisa do Ibope para o setor no próximo ano. Além disso, o evento ainda contou com a presença do presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles, que falou sobre as perspectivas para 2009, fazendo uma análise de pano de fundo sobre como o Banco Central tem atuado para conter as manifestações de crise global.
A síntese é de que poderemos ter uma retração econômica, mas nada preocupante como alguns têm manifestado. Ele bateu firme na tecla de que é preciso atuar de maneira pró-ativa diante das dificuldades que se apresentam, para então aproveitarmos as chances que também são abertas em virtude das próprias dificuldades de outros mercados mundiais. A palavra chave do discurso foi: serenidade.
Do outro lado, um pouco mais tarde, Laure Castelnau, diretora executiva de atendimento e planejamento do Ibope, apresentou o resultado de pesquisa com executivos da indústria, comércio, serviços e outros setores, fazendo uma avaliação geral de como será o próximo ano diante da crise mundial e tomando como indicador principal o setor de Marketing.
Os indicadores de PIB e de Inflação são vistos de maneira estável, sem crescimento relevante, mas também com pouca probabilidade de grande declínio. Os três principais fatores de preocupação apontados na pesquisa remetem para a desaceleração econômica; impostos e cargas tributárias; e a situação dos Estados Unidos. Apesar disso, 61% dos executivos entrevistados apostam no aumento de vendas para 2009, com previsibilidade de estabilidade de preços em alta. Já as perspectivas de lucro e investimentos são menos otimistas que 2007, porém dentro de um quadro de serenidade.
Quando perguntado sobre o que fez diferença no desempenho das empresas em 2008, as pesquisas apontaram: gestão/equipe; qualidade e serviços; e condição de investimento e financiamento. Também ficou configurado que a perspectiva de investimento em Marketing será de 8,6% para 2009.
Na configuração da carteira de Marketing, as principais ferramentas abalizadas pelos executivos foram: eventos, comunicação dirigida, relacionamento (CRM), assessoria de imprensa e Relações Públicas, comunicação de massa, merchandising e promoções. Para o próximo ano ficou sugerido o foco no “novo”. Agregar valor através da inovação de produtos e canais de relacionamento será a meta almejada, principalmente buscando responder: onde estamos inovando?
A síntese é de que poderemos ter uma retração econômica, mas nada preocupante como alguns têm manifestado. Ele bateu firme na tecla de que é preciso atuar de maneira pró-ativa diante das dificuldades que se apresentam, para então aproveitarmos as chances que também são abertas em virtude das próprias dificuldades de outros mercados mundiais. A palavra chave do discurso foi: serenidade.
Do outro lado, um pouco mais tarde, Laure Castelnau, diretora executiva de atendimento e planejamento do Ibope, apresentou o resultado de pesquisa com executivos da indústria, comércio, serviços e outros setores, fazendo uma avaliação geral de como será o próximo ano diante da crise mundial e tomando como indicador principal o setor de Marketing.
Os indicadores de PIB e de Inflação são vistos de maneira estável, sem crescimento relevante, mas também com pouca probabilidade de grande declínio. Os três principais fatores de preocupação apontados na pesquisa remetem para a desaceleração econômica; impostos e cargas tributárias; e a situação dos Estados Unidos. Apesar disso, 61% dos executivos entrevistados apostam no aumento de vendas para 2009, com previsibilidade de estabilidade de preços em alta. Já as perspectivas de lucro e investimentos são menos otimistas que 2007, porém dentro de um quadro de serenidade.
Quando perguntado sobre o que fez diferença no desempenho das empresas em 2008, as pesquisas apontaram: gestão/equipe; qualidade e serviços; e condição de investimento e financiamento. Também ficou configurado que a perspectiva de investimento em Marketing será de 8,6% para 2009.
Na configuração da carteira de Marketing, as principais ferramentas abalizadas pelos executivos foram: eventos, comunicação dirigida, relacionamento (CRM), assessoria de imprensa e Relações Públicas, comunicação de massa, merchandising e promoções. Para o próximo ano ficou sugerido o foco no “novo”. Agregar valor através da inovação de produtos e canais de relacionamento será a meta almejada, principalmente buscando responder: onde estamos inovando?
Por que os produtos demoram a deslanchar no Brasil?
Segundo estudo da Global Takeoff of New Products (edição setembro/outubro) – fonte: Meio & Mensagem – o melhor lugar para se lançar um produto é o Japão, onde leva 5,4 anos em média para consolidar; já o pior país é a China. O Brasil está na 23ª posição, num ranking de 31 países.
O mesmo estudo demonstra que a velocidade com que os países adotam os novos produtos são um indicativo do grau de inovação de cada um. Atrelado, temos duas questões fundamentais: a econômica (porque os países têm diferentes realidades, limitando ou incentivando a compra de novos produtos) e a cultural (variável que determina atitudes e inclinações de lugar para lugar).
É claro que além dos pontos apresentados existem outros tantos que poderão influenciar a tomada de decisão na hora da compra, mas qual será a influência da Comunicação diante disso tudo? Em que grau ela acelera a aceitação de um produto em um determinado país, mesmo indo contra as tendências locais e momentâneas?
Cada vez mais fica evidente que o profissional de Comunicação deve estar abalizado e familiarizado com conhecimentos científicos: antropologia, psicologia, sociologia, além da própria Comunicação. Isso fortalece o planejamento de comunicação para a criação de ações mais pontuais. É justamente esse colegiado de práticas humanas que determina e influencia o time de penetração de um produto no mercado e sua conseqüente consolidação.
Os estudos de grupos específicos de consumo devem ser cada vez mais detalhados, fundamentados por hábitos, costumes, culturas e práticas diárias em torno de um mercado e do momento de consumo. É preciso saber ouvir o consumidor de uma maneira ampla para intensificar o relacionamento, despertar interesse e desejo, efetivar a venda e, principalmente, consolidar a posição no mercado de maneira permanente. Esse é o desafio que deve ser trabalhado todos os dias.
O mesmo estudo demonstra que a velocidade com que os países adotam os novos produtos são um indicativo do grau de inovação de cada um. Atrelado, temos duas questões fundamentais: a econômica (porque os países têm diferentes realidades, limitando ou incentivando a compra de novos produtos) e a cultural (variável que determina atitudes e inclinações de lugar para lugar).
É claro que além dos pontos apresentados existem outros tantos que poderão influenciar a tomada de decisão na hora da compra, mas qual será a influência da Comunicação diante disso tudo? Em que grau ela acelera a aceitação de um produto em um determinado país, mesmo indo contra as tendências locais e momentâneas?
Cada vez mais fica evidente que o profissional de Comunicação deve estar abalizado e familiarizado com conhecimentos científicos: antropologia, psicologia, sociologia, além da própria Comunicação. Isso fortalece o planejamento de comunicação para a criação de ações mais pontuais. É justamente esse colegiado de práticas humanas que determina e influencia o time de penetração de um produto no mercado e sua conseqüente consolidação.
Os estudos de grupos específicos de consumo devem ser cada vez mais detalhados, fundamentados por hábitos, costumes, culturas e práticas diárias em torno de um mercado e do momento de consumo. É preciso saber ouvir o consumidor de uma maneira ampla para intensificar o relacionamento, despertar interesse e desejo, efetivar a venda e, principalmente, consolidar a posição no mercado de maneira permanente. Esse é o desafio que deve ser trabalhado todos os dias.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Isso é só o fim...
O mercado vive momentos de alta adrenalina. As causas e efeitos do conturbado cenário econômico americano e europeu têm tirado o sono do resto do mundo, mesmo quando tudo parece calmo. Conversei com um amigo do setor financeiro, nesta semana, e ele parecia um timoneiro em mar bravo, sem saber se olhava para a bússola ou para o horizonte.
Alguns profissionais do setor financeiro, mesmo conscientes dos problemas que o mundo vem enfrentando, acreditam que pelo menos no Brasil, o caso é mais de extrapolação das notícias, ou seja, a culpa é da mídia. “Malditos jornalistas que teimam em ficar noticiando o caos como se fossem cavaleiros do apocalipse”, diria um deles. Porém, esquecem que a mídia funciona como um espelho que revela todos os temores e dissabores do mercado ao menor sinal de alerta em qualquer parte do país. A bola de neve pode ter crescido além do esperado, porém, não foi a mídia que deu o pontapé inicial.
O conselho que dei a este amigo é que reinvente o cenário atual; use e abuse da criatividade para oferecer novos e velhos serviços; acalme os ânimos de seus clientes com informações pontuais, precisas e confiáveis; trabalhe a comunicação com o mercado de maneira positiva, buscando ressaltar os diferenciais competitivos que possa oferecer; enfim, dê os indicativos necessários para que os consumidores voltem a consumir normalmente, sem a preocupação de acordar com o mundo em frangalhos.
Uma comunicação bem feita pode reforçar práticas positivas, incentivar vendas, atrair novos e velhos consumidores, reposicionar produtos e serviços, criar novos nichos de mercado. Mas, acima de tudo, pode criar uma atmosfera positiva que fortaleça os mecanismos de satisfação de todos, e todos querem sempre a mesma coisa: a melhoria contínua em todos os aspectos... e não o fim.
Alguns profissionais do setor financeiro, mesmo conscientes dos problemas que o mundo vem enfrentando, acreditam que pelo menos no Brasil, o caso é mais de extrapolação das notícias, ou seja, a culpa é da mídia. “Malditos jornalistas que teimam em ficar noticiando o caos como se fossem cavaleiros do apocalipse”, diria um deles. Porém, esquecem que a mídia funciona como um espelho que revela todos os temores e dissabores do mercado ao menor sinal de alerta em qualquer parte do país. A bola de neve pode ter crescido além do esperado, porém, não foi a mídia que deu o pontapé inicial.
O conselho que dei a este amigo é que reinvente o cenário atual; use e abuse da criatividade para oferecer novos e velhos serviços; acalme os ânimos de seus clientes com informações pontuais, precisas e confiáveis; trabalhe a comunicação com o mercado de maneira positiva, buscando ressaltar os diferenciais competitivos que possa oferecer; enfim, dê os indicativos necessários para que os consumidores voltem a consumir normalmente, sem a preocupação de acordar com o mundo em frangalhos.
Uma comunicação bem feita pode reforçar práticas positivas, incentivar vendas, atrair novos e velhos consumidores, reposicionar produtos e serviços, criar novos nichos de mercado. Mas, acima de tudo, pode criar uma atmosfera positiva que fortaleça os mecanismos de satisfação de todos, e todos querem sempre a mesma coisa: a melhoria contínua em todos os aspectos... e não o fim.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Gestão de marcas
Durante o painel “A Marca na Agenda do CEO”, no MaxiMídia, foi apresentada pesquisa da Troiano Consultoria de Marca com 50 presidentes de empresas, na qual 85% deles concordam que a marca é o ativo intangível mais valioso da empresa. Dentro desse conceito é fácil perceber porque as grandes empresas estão cada vez mais investindo na manutenção de suas marcas. O caso da Alpargatas, por exemplo, tem investido 12% de seu faturamento bruto anual em Marketing.
Atrelado a competência de resultados alcançados através da gestão de marcas, as empresas têm constatado que em momentos propícios de mercado uma marca bem trabalhada tem maior facilidade de penetração de mercado, maior aceitação por parte do público e respeito pela comunidade. São aspectos que favorecem a venda e consolidação mercadológica. Já quando o mercado está em crise, os investimentos em gestão de marcas também se mostram oportunos, visto que uma reputação forte e admirada é altamente favorável ao enfrentamento das dificuldades do mercado como um todo.
Dentro do leque de ações que uma empresa tem de desenvolver para ampliar a percepção das pessoas sobre suas marcas, é importante destacar a questão da responsabilidade social e ambiental, fator que há sete anos não era percebido com tanto afinco. Hoje, o consumidor em geral tem esta como uma de suas preocupações na hora da decisão de compra. Portanto, as empresas devem estar antenadas e promover ações e programas que correspondam às expectativas do mercado.
A política de comunicação interna deve ser cada vez melhor trabalhada, pois é responsável por lidar com o primeiro público da empresa, e talvez, o mais importante. São os funcionários os grandes responsáveis pela multiplicação de informações, pela geração de produtos e serviços altamente qualificados para atender a demanda de mercado, são os porta-vozes em variadas situações do cotidiano empresarial. São responsáveis por dar a resposta mais adequada ao ensejo dos clientes e sociedade como um todo.
Quando as ações de comunicação extrapolam os muros da empresa, então é preciso estar conectado às últimas novidades, apresentar uma comunicação de ponta alinhavada com o público consumidor e também com a formatação que se quer dar à marca nos próximos anos. Campanhas institucionais, promoção de eventos, patrocínios, comunicação digital e todo tipo de comunicação geradora de expectativa é fator essencial para garantir o status quo da marca corporativa e intesificar a gama de negócios da empresa. Todo o investimento é baixo em função do que se pretende conquistar.
Atrelado a competência de resultados alcançados através da gestão de marcas, as empresas têm constatado que em momentos propícios de mercado uma marca bem trabalhada tem maior facilidade de penetração de mercado, maior aceitação por parte do público e respeito pela comunidade. São aspectos que favorecem a venda e consolidação mercadológica. Já quando o mercado está em crise, os investimentos em gestão de marcas também se mostram oportunos, visto que uma reputação forte e admirada é altamente favorável ao enfrentamento das dificuldades do mercado como um todo.
Dentro do leque de ações que uma empresa tem de desenvolver para ampliar a percepção das pessoas sobre suas marcas, é importante destacar a questão da responsabilidade social e ambiental, fator que há sete anos não era percebido com tanto afinco. Hoje, o consumidor em geral tem esta como uma de suas preocupações na hora da decisão de compra. Portanto, as empresas devem estar antenadas e promover ações e programas que correspondam às expectativas do mercado.
A política de comunicação interna deve ser cada vez melhor trabalhada, pois é responsável por lidar com o primeiro público da empresa, e talvez, o mais importante. São os funcionários os grandes responsáveis pela multiplicação de informações, pela geração de produtos e serviços altamente qualificados para atender a demanda de mercado, são os porta-vozes em variadas situações do cotidiano empresarial. São responsáveis por dar a resposta mais adequada ao ensejo dos clientes e sociedade como um todo.
Quando as ações de comunicação extrapolam os muros da empresa, então é preciso estar conectado às últimas novidades, apresentar uma comunicação de ponta alinhavada com o público consumidor e também com a formatação que se quer dar à marca nos próximos anos. Campanhas institucionais, promoção de eventos, patrocínios, comunicação digital e todo tipo de comunicação geradora de expectativa é fator essencial para garantir o status quo da marca corporativa e intesificar a gama de negócios da empresa. Todo o investimento é baixo em função do que se pretende conquistar.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Novo pool de comunicação
A A! Comunicação e a KFL estão se associando para oferecer um novo pool de serviços aos clientes e buscar novas fatias de mercado. As empresas atuarão em conjunto oferecendo serviços de propaganda, comunicação empresarial, assessoria de imprensa, campanhas políticas, consultoria, planejamento estratégico da comunicação, marketing e comunicação digital.
Laércio Pimentel, César Dias e Gustavo Nitzsche (diretores) conduzirão a agência com aplicações voltadas para o mercado de seus clientes, ampliando a oferta de produtos de comunicação que facilitem o relacionamento com pessoas de vários segmentos. O objetivo é dinamizar a marca, produtos e serviços dos clientes com propostas ousadas e contundentes.
A!+KFL
Rua Conde de Porto Alegre, 2118 – Campo Belo – São Paulo – SP
11 5531-9661 / 11 5092-3687
contato@acomunicacao.com
Laércio Pimentel, César Dias e Gustavo Nitzsche (diretores) conduzirão a agência com aplicações voltadas para o mercado de seus clientes, ampliando a oferta de produtos de comunicação que facilitem o relacionamento com pessoas de vários segmentos. O objetivo é dinamizar a marca, produtos e serviços dos clientes com propostas ousadas e contundentes.
A!+KFL
Rua Conde de Porto Alegre, 2118 – Campo Belo – São Paulo – SP
11 5531-9661 / 11 5092-3687
contato@acomunicacao.com
sábado, 20 de setembro de 2008
Comunicação digital em pauta
O processo de comunicação entre as empresas e o mercado é um caldeirão em efervecência. Não podemos dormir e acordar pensando que estamos com a missão cumprida frente às necessidades diárias dos consumidores. É preciso sempre mais. É preciso estar antenado com as novas ferramentas que surgem e, principalmente, saber fazer uso dessas ferramentas.
Um exemplo palpável disso é o sistema de bluetooth, um dos mecanismos digitais que tem larga aplicação dentre os jovens e que ainda está sendo pouco utilizado pelo mercado. As propostas ainda são muito simples e comedidas. É preciso mais visão de marketing e uma boa dose de ousadia de propaganda.
Particularmente, nossa agência está fazendo aplicação do sistema de bluetooth para candidatura política, é um mecanismo excelente para conversar com os jovens em portas de faculdades, bares, baladas e outros eventos de porte, com grandes concentrações de pessoas. Mas não é só um processo de transmissão de dados, é também um novo formato de comunicação, gerando expectativas, interatividade e apresentando novidades para o mercado de maneira seletiva e atrativa.
Sair na frente com novas propostas, com ousadia na concepção de comunicações de vanguarda e interatividade com o público é o grande desafio dos profissionais de marketing e dos comunicadores em geral. As empresas devem ter visão para atender aos anseios desse novo mercado que se projeta pelo mundo digital.
Pensar a comunicação de ponta apenas calcado na formatação dos sites e portais de internet já é coisa do passado, é preciso olhar as diversas mídias que se apresentam e criar novas formas de interação com os públicos, estreitando os campos de relacionamento e intensificando o nível de mensagens e de credibilidade dos produtos e serviços oferecidos.
Aparelhos celulares são ferramentas pouco utilizadas pelos comunicadores brasileiros, que na maior parte das vezes esperam pelas novidades advindas dos mercados europeus, asiáticos e americanos. Entretanto, temos plenas condições de criar e propor interatividade através dos programas que já são conhecidos, com um planejamento estratégico inteligente e campanhas desafiadoras. Basta atenção para as portas que estão abertas e que precisam ser transpostas de maneira inteligente e criativa.
A comunicação digital é um caminho sem volta, com tendência a crescer absurdamente, portanto, devemos saber lidar com o desafio e criarmos novas plataformas de trabalho para surpreender positivamente o mercado.
Um exemplo palpável disso é o sistema de bluetooth, um dos mecanismos digitais que tem larga aplicação dentre os jovens e que ainda está sendo pouco utilizado pelo mercado. As propostas ainda são muito simples e comedidas. É preciso mais visão de marketing e uma boa dose de ousadia de propaganda.
Particularmente, nossa agência está fazendo aplicação do sistema de bluetooth para candidatura política, é um mecanismo excelente para conversar com os jovens em portas de faculdades, bares, baladas e outros eventos de porte, com grandes concentrações de pessoas. Mas não é só um processo de transmissão de dados, é também um novo formato de comunicação, gerando expectativas, interatividade e apresentando novidades para o mercado de maneira seletiva e atrativa.
Sair na frente com novas propostas, com ousadia na concepção de comunicações de vanguarda e interatividade com o público é o grande desafio dos profissionais de marketing e dos comunicadores em geral. As empresas devem ter visão para atender aos anseios desse novo mercado que se projeta pelo mundo digital.
Pensar a comunicação de ponta apenas calcado na formatação dos sites e portais de internet já é coisa do passado, é preciso olhar as diversas mídias que se apresentam e criar novas formas de interação com os públicos, estreitando os campos de relacionamento e intensificando o nível de mensagens e de credibilidade dos produtos e serviços oferecidos.
Aparelhos celulares são ferramentas pouco utilizadas pelos comunicadores brasileiros, que na maior parte das vezes esperam pelas novidades advindas dos mercados europeus, asiáticos e americanos. Entretanto, temos plenas condições de criar e propor interatividade através dos programas que já são conhecidos, com um planejamento estratégico inteligente e campanhas desafiadoras. Basta atenção para as portas que estão abertas e que precisam ser transpostas de maneira inteligente e criativa.
A comunicação digital é um caminho sem volta, com tendência a crescer absurdamente, portanto, devemos saber lidar com o desafio e criarmos novas plataformas de trabalho para surpreender positivamente o mercado.
domingo, 17 de agosto de 2008
O que se projeta nem sempre é o que se apresenta
Quantas vezes a gente tenta explicar uma determinada situação e a pessoa parece entender, no entanto, percebe-se ao longo do tempo que o entendimento não aconteceu. Isso também acontece quando estamos trabalhando a imagem de uma empresa. Muitas vezes o que projetamos não é o que é percebido.
Ao longo do tempo tenho visto muitos casos em que os executivos de uma determinada organização acreditam piamente que sua empresa é um exemplo de supremacia no mercado de atuação e, por isso mesmo, deve estar acima do bem e do mal. Entretanto, quando consultamos seus clientes, fornecedores e outros formadores de opinião, percebemos que não é lá bem assim. O que fazer em tais momentos? A primeira indicação, é trabalhar com a realidade de fato, ou melhor, com a realidade dos fatos. Não podemos tapar o sol com a peneira. É preciso encarar a situação de frente para tirarmos o melhor proveito dos desafios que se apresentam e propor soluções para tais casos.
Uma empresa que acredita fornecer os melhores produtos, mesmo quando o mercado diz o contrário, pode sofrer um perigoso revés a qualquer momento. A concorrência sempre está à espreita esperando uma oportunidade para mostrar quem é o novo rei do pedaço. Portanto, ter canais preciso para ouvir os clientes e o mercado em geral é uma forma inteligente de conduzir as melhores estratégias e tirar melhor proveito de oportunidades, corrigir problemas e demonstrar interatividade com os usuários de seus produtos e serviços.
Pessoal bem treinado para buscar informações precisas é condição sine qua non para o desenvolvimento de programas de interatividade com o mercado. São esses profissionais que estão no campo de batalha, na linha de frente e, portanto, estão mais capacitados para gerar as informações necessárias para a formatação de estratégias empresariais de sucesso.
Todas as informações coletadas devem ser avaliadas cuidadosamente e tratadas como rico material de trabalho, visto que é a ponte entre a empresa e o futuro dos negócios da organização. Os executivos devem ter mentes abertas para a auto-crítica empresarial, pois somente dessa maneira poderão encontrar as soluções desejadas pelo mercado e atingir os objetivos definidos pelo planejamento estratégico.
Ao longo do tempo tenho visto muitos casos em que os executivos de uma determinada organização acreditam piamente que sua empresa é um exemplo de supremacia no mercado de atuação e, por isso mesmo, deve estar acima do bem e do mal. Entretanto, quando consultamos seus clientes, fornecedores e outros formadores de opinião, percebemos que não é lá bem assim. O que fazer em tais momentos? A primeira indicação, é trabalhar com a realidade de fato, ou melhor, com a realidade dos fatos. Não podemos tapar o sol com a peneira. É preciso encarar a situação de frente para tirarmos o melhor proveito dos desafios que se apresentam e propor soluções para tais casos.
Uma empresa que acredita fornecer os melhores produtos, mesmo quando o mercado diz o contrário, pode sofrer um perigoso revés a qualquer momento. A concorrência sempre está à espreita esperando uma oportunidade para mostrar quem é o novo rei do pedaço. Portanto, ter canais preciso para ouvir os clientes e o mercado em geral é uma forma inteligente de conduzir as melhores estratégias e tirar melhor proveito de oportunidades, corrigir problemas e demonstrar interatividade com os usuários de seus produtos e serviços.
Pessoal bem treinado para buscar informações precisas é condição sine qua non para o desenvolvimento de programas de interatividade com o mercado. São esses profissionais que estão no campo de batalha, na linha de frente e, portanto, estão mais capacitados para gerar as informações necessárias para a formatação de estratégias empresariais de sucesso.
Todas as informações coletadas devem ser avaliadas cuidadosamente e tratadas como rico material de trabalho, visto que é a ponte entre a empresa e o futuro dos negócios da organização. Os executivos devem ter mentes abertas para a auto-crítica empresarial, pois somente dessa maneira poderão encontrar as soluções desejadas pelo mercado e atingir os objetivos definidos pelo planejamento estratégico.
domingo, 20 de julho de 2008
O importante é se fazer entender
Desde os primórdios convivemos com o desafio constante de saber se comunicar com eficácia. Os primeiros homens foram descobrindo sistemas e formas de se fazer entender para dirimir dúvidas, promover a integração de grupos, unificar as ações para manter comunidades e assim por diante.
Nos tempos atuais dispomos de inúmeras ferramentas para estabelecer comunicação com nossos pares e também com aqueles que não conhecemos. A internet é o modelo mais recente ao qual ainda estamos nos moldando. Existe também uma série de ações sendo desenvolvida para equipamentos eletrônicos, tais como celulares, laptops, entre outros. Isto tudo faz do homem um ansioso não só por adquirir os equipamentos de ponta, mas também para aprender como utilizá-los. E neste mar de novidades, às vezes, nos esquecemos que tudo gira em torno daquela premissa dos primórdios: saber se comunicar com eficácia.
Empresas investem em diferentes e inúmeras ferramentas de gestão; desenvolvem diversos mecanismos de interação com os consumidores de seus produtos e serviços; os órgãos públicos e privados aplicam várias pesquisas para melhor entender às necessidades de seus clientes; e as pessoas buscam as novidades que se apresentam para se projetarem na sociedade e manter o status quo tão massificado pelos próprios mecanismos de divulgação.
É importante saber que a comunicação se fundamenta pela relação direta de uma ou mais pessoas. Quando você quer noticiar um aumento de salário não precisa de muitas ferramentas para se fazer entender. No entanto, noticiar o corte de vagas numa empresa requer mais do que simplesmente uma comunicação direta; é preciso também fazer com que as pessoas percebam o por quê daquela medida, quais seriam suas implicações se não fossem adotadas, quais problemas seriam evitados num futuro breve, qual seria o papel das pessoas que teriam seus empregos preservados, quais os planos da empresa, quais as metas a cumprir, como cada funcionário deveria contribuir para alcançar o objetivo planejado. Para tudo isso, é preciso reuniões com os líderes diretos, boletins informativos, publicações específicas, conteúdo eletrônico e uma gama de outros veículos que possam consolidar a informação em vários níveis, à exaustão. Assim, a comunicação acontece.
Portanto, quando ficar indeciso em relação ao que deve utilizar para efetivar a comunicação com seu interlocutor ou público específico, lembre-se de que o mais importante é se fazer entender. Portanto, vale de um simples comunicado até sofisticados programas eletrônicos. Tudo vai de sua necessidade, mas sem perder o básico: comunicar para se fazer entender, não para complicar.
Nos tempos atuais dispomos de inúmeras ferramentas para estabelecer comunicação com nossos pares e também com aqueles que não conhecemos. A internet é o modelo mais recente ao qual ainda estamos nos moldando. Existe também uma série de ações sendo desenvolvida para equipamentos eletrônicos, tais como celulares, laptops, entre outros. Isto tudo faz do homem um ansioso não só por adquirir os equipamentos de ponta, mas também para aprender como utilizá-los. E neste mar de novidades, às vezes, nos esquecemos que tudo gira em torno daquela premissa dos primórdios: saber se comunicar com eficácia.
Empresas investem em diferentes e inúmeras ferramentas de gestão; desenvolvem diversos mecanismos de interação com os consumidores de seus produtos e serviços; os órgãos públicos e privados aplicam várias pesquisas para melhor entender às necessidades de seus clientes; e as pessoas buscam as novidades que se apresentam para se projetarem na sociedade e manter o status quo tão massificado pelos próprios mecanismos de divulgação.
É importante saber que a comunicação se fundamenta pela relação direta de uma ou mais pessoas. Quando você quer noticiar um aumento de salário não precisa de muitas ferramentas para se fazer entender. No entanto, noticiar o corte de vagas numa empresa requer mais do que simplesmente uma comunicação direta; é preciso também fazer com que as pessoas percebam o por quê daquela medida, quais seriam suas implicações se não fossem adotadas, quais problemas seriam evitados num futuro breve, qual seria o papel das pessoas que teriam seus empregos preservados, quais os planos da empresa, quais as metas a cumprir, como cada funcionário deveria contribuir para alcançar o objetivo planejado. Para tudo isso, é preciso reuniões com os líderes diretos, boletins informativos, publicações específicas, conteúdo eletrônico e uma gama de outros veículos que possam consolidar a informação em vários níveis, à exaustão. Assim, a comunicação acontece.
Portanto, quando ficar indeciso em relação ao que deve utilizar para efetivar a comunicação com seu interlocutor ou público específico, lembre-se de que o mais importante é se fazer entender. Portanto, vale de um simples comunicado até sofisticados programas eletrônicos. Tudo vai de sua necessidade, mas sem perder o básico: comunicar para se fazer entender, não para complicar.
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